Alternactiva

Alternactiva - Acção pela Emancipação Social

Cheias em Moçambique: Crise climática, responsabilidade global e resistência local

A Alternactiva – Acção Pela Emancipação Social realizou, no dia 29 de janeiro de 2026, o webinar intitulado Cheias em Moçambique: Crise climática, responsabilidade global e resistência local. O evento constituiu um espaço de reflexão crítica, unindo académicos, activistas e a sociedade civil para debater a convergência entre a vulnerabilidade ambiental do país e as estruturas de […]

Alternactiva em 2025

É com sentido de missão cumprida que a Alternactiva partilha os resultados alcançados ao longo de 2025. Este ano foi definido pela expansão do nosso impacto social e pela consolidação da nossa atuação enquanto espaço de mudança. O período em análise foi marcado por um rol de actividades de intervenção social, pelo fortalecimento da acção […]

Resultado final do 1.º Concurso de Escrita de Ensaios, Integrado no Programa de Formação Política Pan-africanista.

A Alternactiva – Acção Pela Emancipação Social torna público o resultado final do 1.º Concurso de Escrita de Ensaios, integrado no programa de formação política Pan-africanista. Foram submetidos cerca de vinte trabalhos, dos quais cinco foram selecionados: três com direito a prémio e dois foram distinguidos com menção honrosa. Todos os trabalhos foram avaliados por […]

Carta Aberta Aos Jovens Sobre a Terceira Guerra Mundial

Boaventura de Sousa Santos “Dirijo-me aos jovens porque serão os jovens a carne para canhão da Terceira Guerra Mundial, por mais sofisticada que seja a alta tecnologia”, diz o sociólogo Dirijo-me aos jovens na condição de alguém que pela idade não vai combater na próxima guerra mundial (Terceira Guerra Mundial) e talvez nem assista ao […]

O vernáculo e o utópico

“Para dar apenas um exemplo, em Moçambique, o partido Frelimo começou por ter uma posição hostil em relação a tudo o que era tradicional porque via nele um passado irremediavelmente adulterado pela violência colonial. Foi assim hostil à continuidade das autoridades tradicionais que administravam justiça de modo informal, por membros da comunidade e com recurso aos sistemas de justiça africanos. No entanto, o desmantelamento deste sistema de autoridades comunitárias causou tamanha perturbação nos modos de convivência pacífica nas comunidades, onde de qualquer modo não chegava a justiça oficial, que o governo voltou atrás e legitimou, já em 2000, estas autoridades, que hoje funcionam em paralelo com tribunais comunitários.”

Boaventura de Sousa Santos*