{"id":108,"date":"2018-12-22T19:33:30","date_gmt":"2018-12-22T19:33:30","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8080\/alternactiva\/?p=108"},"modified":"2023-06-05T13:08:11","modified_gmt":"2023-06-05T13:08:11","slug":"como-foi-o-mundo-ate-o-fim-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alternactiva.co.mz\/en\/como-foi-o-mundo-ate-o-fim-de-2018\/","title":{"rendered":"What was the world like until the end of 2018?"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-109\" src=\"http:\/\/localhost:8080\/alternactiva\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/america-china-commerce_640_x_441-300x207.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"207\" srcset=\"https:\/\/alternactiva.co.mz\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/america-china-commerce_640_x_441-300x207.jpg 300w, https:\/\/alternactiva.co.mz\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/america-china-commerce_640_x_441.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>OSCAR UGARTECHE E ARMANDO NEGRETE<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2018, as perspectivas de crescimento da economia mundial eram marcadas pelos seguintes factores: a possibilidade de uma confronta\u00e7\u00e3o comercial gerada pelas pol\u00edticas protecionistas dos Estados Unidos de Am\u00e9rica (EUA); o crescente risco de fuga de capitais para os EUA, em resultado das sucessivas subidas da taxa de juros da Reserva Federal americana (FED); a incerteza generalizada quanto a sa\u00edda da Gr\u00e3 Bretanha da Uni\u00e3o Europeia (BREXIT) e \u00e0 reconfigura\u00e7\u00e3o do mercado europeu; o crescente n\u00edvel de endividamento das economias centrais; o poder da grande banca internacional de transferir os seus problemas para os fiscos das economias centrais; e a China e \u00cdndia a manterem-se as economias mais din\u00e2micas, face \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o das economias centrais.<!--more--><\/p>\n<p>Em Mar\u00e7o come\u00e7ou a escalada de agress\u00f5es comerciais entre os EUA e a China, com os norte-americanos a imporem direitos aduaneiros \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de pain\u00e9is solares e m\u00e1quinas de lavar chineses. Esse acto deu in\u00edcio a um conflito de ataque e retalia\u00e7\u00e3o de direitos aduaneiras. At\u00e9 ao fim deste ano esta guerra imp\u00f4s direitos aduaneiros a mais de 13 mil produtos e acumulou um saldo estimado de 363 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares. No quadro do G20, em Buenos Aires, na Argentina, os mandat\u00e1rios declararam uma tr\u00e9gua aduaneira de 90 dias, a contar do dia 3 de Dezembro, que impedir\u00e1 as taxas aduaneiras de passarem de 10 para 25 %, em Janeiro. As agress\u00f5es transferiram-se para a esfera empresarial, com a deten\u00e7\u00e3o cruzada de representantes empresariais do sector tecnol\u00f3gico. O Canad\u00e1 deteve a CFO da Huawei, acusada de fraude pelos EUA, enquanto a China deteve dois cidad\u00e3os canadenses, um dos quais diplomata do <em>International Crisis Group<\/em>, ambos acusados de amea\u00e7arem a seguran\u00e7a e a integridade nacional desses pa\u00edses. O problema de fundo \u00e9 que a Huawei chinesa conseguiu roubar ao mercado a tecnologia 5G da Internet e come\u00e7ar a vend\u00ea-la em Agosto, antes de a AT&amp;T lan\u00e7ar a sua em Dezembro de 2018. Em resposta, os EUA acusaram a China de utilizar o 5G para espionagem ao Ocidente, convencendo a Austr\u00e1lia e a Nova Zel\u00e2ndia a n\u00e3o a comprarem, e tentando influenciar o Canad\u00e1 e a Uni\u00e3o Europeia do mesmo. Isto divide o mercado do 5G em duas partes: o Ocidente para a AT&amp;T e o resto do mundo para a Huawei. Apesar de tudo, a China j\u00e1 ganhou a corrida tecnol\u00f3gica. A rede 5G \u00e9 uma rede de Internet necess\u00e1ria pela sua velocidade e complexidade.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia para a subida da taxa de juros da FED, que se anunciou j\u00e1 em Maio de 2013 e come\u00e7ou efectivamente em Dezembro de 2016, manteve-se, com aumentos de 0,25 % em Mar\u00e7o, Junho e Setembro. Actualmente, encontra-se a 2,25 % e, de acordo com o que j\u00e1 foi anunciado, ainda deve aumentar cerca de 2 %, em tranches trimestrais, at\u00e9 alcan\u00e7ar os 4 %, em 2020. As consequ\u00eancias sobre as taxas de juros do resto do mundo, especialmente das economias perif\u00e9ricas dependentes da economia norte-americana, ainda n\u00e3o se fizeram sentir. Na Am\u00e9rica Latina, s\u00f3 o M\u00e9xico acompanhou os aumentos a par e passo, com uma subida acumulada de 2,25 pontos percentuais, durante 2018, at\u00e9 a uma taxa de 8%. As restantes economias ajustaram as suas taxas de juros sobre objetivos internos de infla\u00e7\u00e3o, com a excep\u00e7\u00e3o da Argentina e da Venezuela, que atravessam processos de alta e h\u00edper infla\u00e7\u00e3o. Os outros efeitos j\u00e1 se fizeram sentir na deprecia\u00e7\u00e3o das taxas de c\u00e2mbio e na descida dos pre\u00e7os das mat\u00e9rias-primas.<\/p>\n<p>Durante o ano de 2018, levou-se a cabo uma estranha negocia\u00e7\u00e3o para renovar o TLC da Am\u00e9rica do Norte (1994), no quadro da guerra comercial entre os EUA e a China, que se iniciou com a imposi\u00e7\u00e3o unilateral de direitos aduaneiros ao a\u00e7o e ao alum\u00ednio pelos EUA sem que houvesse retalia\u00e7\u00f5es. Contraditoriamente, a economia norte-americana avan\u00e7ou com um acordo regional \u201ctrilateral\u201d que, na realidade, \u00e9 a soma dos acordos bilaterais, por um lado; e como j\u00e1 tinha feito, com um bloqueio comercial e medidas de prote\u00e7\u00e3o do seu mercado interno, por outro.<\/p>\n<p>A assinatura do novo T-MEC n\u00e3o significou o cancelamento das pol\u00edticas protecionistas. Pelo contr\u00e1rio, pro\u00edbe o M\u00e9xico e o Canad\u00e1 de assinarem novos acordos de com\u00e9rcio livre com a China e Cuba, ao mesmo tempo que refor\u00e7a a concentra\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria autom\u00f3vel a n\u00edvel regional. Outro elemento \u00e9 o prolongamento dos direitos de autor para 70 anos, que \u00e9 fatal para a ind\u00fastria dos f\u00e1rmacos gen\u00e9ricos. O novo Acordo incorporou a amplia\u00e7\u00e3o do protecionismo americano ao bloco, no seu todo. Por ora, as consequ\u00eancias de todas as medidas anteriormente descritas, a que se acrescem as consequ\u00eancias das barreiras aduaneiras das maiores economias importadoras, traduziram-se no encarecimento das importa\u00e7\u00f5es e na subida de pre\u00e7o dos bens finais, que levou \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do volume de com\u00e9rcio, deixando-o num novo patamar de crescimento moderado de 4%. As exporta\u00e7\u00f5es da China viram-se afectadas em Mar\u00e7o de 2018, mas recuperaram o seu n\u00edvel e o seu rumo; e, enquanto que as importa\u00e7\u00f5es americanas continuam a crescer, as importa\u00e7\u00f5es da China estagnaram naquilo que pode muito bem vir a tornar-se uma pol\u00edtica de industrializa\u00e7\u00e3o de bens de consumo, que \u00e9 o que a China importa dos EUA.<\/p>\n<p>A guerra comercial continua, porque, ap\u00f3s a imposi\u00e7\u00e3o de direitos aduaneiros a todas as importa\u00e7\u00f5es com a China, os EUA ainda podem aument\u00e1-los. Por sua vez, a China tem muito mais margem para taxar novos produtos e tamb\u00e9m aumentar os direitos aduaneiros. A diferen\u00e7a \u00e9 que, enquanto os EUA importam bens interm\u00e9dios e de capital da China, a China importa bens de consumo e alimentos. A curto prazo, a China facilmente pode substituir o mercado de bens de consumo; j\u00e1 para os EUA talvez seja imposs\u00edvel substituir a provis\u00e3o de bens de capital e interm\u00e9dios feitos \u00e0 medida. A Europa \u00e9 a alternativa natural para prover bens de consumo. H\u00e1 que recordar duas coisas: que o <em>outsourcing<\/em> foi uma inven\u00e7\u00e3o americana para melhorar a produtividade das suas empresas e que as zonas econ\u00f3micas especiais da China foram concebidas para acomodar esse <em>outsourcing<\/em>.<\/p>\n<p>O mercado financeiro internacional registou um desempenho med\u00edocre durante o ano. Apesar disso, conv\u00e9m recordar que se pauta por uma l\u00f3gica protecionista dos Estados nacionais e uma aus\u00eancia de normas internacionais, o que permitiu o desenvolvimento de bolhas gigantescas e n\u00edveis de endividamento imposs\u00edveis de saldar, dado o fraco desempenho das economias maduras. Em 2018, pouco se avan\u00e7ou na dire\u00e7\u00e3o do estabelecimento de um quadro regulat\u00f3rio mais abrangente para a atividade financeira e dos Acordos de Basileia IV, definidos para evitar um colapso como o sucedido em 2008. A curto prazo, mant\u00e9m-se o cen\u00e1rio de alto risco financeiro do colapso dos mercados especulativos. Os \u00edndices principais do mundo est\u00e3o em queda desde Outubro, e 2018 encerra com o \u00edndice Dow Jones abaixo do n\u00edvel de Janeiro.<\/p>\n<p>Em termos gerais, as previs\u00f5es para 2019 apontam para a acumula\u00e7\u00e3o dos problemas de 2018 que ficaram por resolver. Enquanto as economias centrais se mantiverem estagnadas e com tend\u00eancia para sofrerem quedas de produtividade e enquanto n\u00e3o se detiver o aumento das taxas aduaneiras, das pol\u00edticas de protecionismo e da subida das taxas de juros dos EUA, o cen\u00e1rio previsto para a economia mundial (salvo as economias emergentes asi\u00e1ticas) em 2019 \u00e9 de um ano ainda mais dif\u00edcil. A Am\u00e9rica Latina, que exporta m\u00e3o-de-obra barata da Bacia das Cara\u00edbas para os EUA e mat\u00e9rias-primas da Am\u00e9rica do Sul para a China, manter\u00e1 um padr\u00e3o de crescimento baixo. O crescimento da regi\u00e3o n\u00e3o depende das exporta\u00e7\u00f5es, mas do investimento e do consumo. A Europa n\u00e3o crescer\u00e1 grande coisa, devido aos efeitos da incerteza em rela\u00e7\u00e3o ao desfecho do BREXIT. A tudo isto, junta-se o risco crescente de uma nova crise financeira americana por cont\u00e1gio, produto da falta de regula\u00e7\u00e3o internacional. E a isto \u00e9 preciso somar tamb\u00e9m o custo das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas sobre a economia mundial, traduzido em danos materiais.<\/p>\n<p><strong>Africa <\/strong><\/p>\n<p><strong>(nota do editor)<\/strong><\/p>\n<p>Um exemplo das disputadas geopol\u00edticas contempor\u00e2neas, a A\u0301frica viu as transac\u0327o\u0303es comerciais da China superam em mais de quatro vezes as realizadas pelos EUA e Unia\u0303o Europeia. \u00c1frica continua a determinar pouco ou quase nada na geopol\u00edtica e conjuntura mundiais. No que diz respeito \u00e0 instabilidade e \u00e0 vulnerabilidade econ\u00f3micas, o progn\u00f3stico n\u00e3o inspira muita confian\u00e7a. Tanto a Uni\u00e3o Europeia e os Estados Unidos quanto a actual China neoimperial continuar\u00e3o a ter o continente africano como um palco de batalha. Sendo a \u00c1frica um dos mais importantes fornecedores de mat\u00e9ria prima, continua a n\u00e3o realizar o sonho de se industrial. Com uma elite (econ\u00f3mica mas tamb\u00e9m pol\u00edtica) do tipo <em>comprador<\/em> (<em>compradorial elite<\/em>), e devido aos interesses inerentes a essa condi\u00e7\u00e3o, o continente continuar\u00e1 colocado na cauda da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>*****<\/strong><\/p>\n<p>Este artigo foi escrito <a href=\"https:\/\/www.alainet.org\/es\/articulo\/197167\">originalmente em espanhol<\/a>. A <strong>Alternactiva<\/strong> teve a autoriza\u00e7\u00e3o especial de o traduzir e republicar, incluindo a agrega\u00e7\u00e3o da nota \u00a0sobre a \u00c1frica. O t\u00edtulo deste artigo foi adaptado.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Michelle Hapetian<\/p>\n<p><em><span class=\"tlid-translation translation\"><span title=\"\">&#8211; Oscar Ugarteche, Pesquisador Respons\u00e1vel, IIEc-UNAM, Conacyt \/ SNI, Coordenador do OBELA.<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><span title=\"\">&#8211; Armando Negrete, T\u00e9cnico Acad\u00eamico, IIEc-UNAM, Membro do OBELA.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto as economias centrais se mantiverem estagnadas e com tend\u00eancia para sofrerem quedas de produtividade e enquanto n\u00e3o se detiver o aumento das taxas aduaneiras, das pol\u00edticas de protecionismo e da subida das taxas de juros dos EUA, o cen\u00e1rio previsto para a economia mundial (salvo as economias emergentes asi\u00e1ticas) em 2019 \u00e9 de um ano ainda mais dif\u00edcil.<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":109,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-108","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-internacional"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.0 - 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