{"id":252,"date":"2019-06-18T16:34:36","date_gmt":"2019-06-18T16:34:36","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8080\/alternactiva\/?p=252"},"modified":"2023-06-05T13:07:13","modified_gmt":"2023-06-05T13:07:13","slug":"cinderelas-do-nosso-mocambique-confrontando-dialogos-entre-jovens-feministas-e-veteranas-da-luta-armada-primeira-parte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alternactiva.co.mz\/en\/cinderelas-do-nosso-mocambique-confrontando-dialogos-entre-jovens-feministas-e-veteranas-da-luta-armada-primeira-parte\/","title":{"rendered":"\u2019Cinderellas of our Mozambique\u2019: Confronting dialogues between young feminists and veterans of the armed struggle [first part]"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_254\" aria-describedby=\"caption-attachment-254\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-254\" src=\"http:\/\/localhost:8080\/alternactiva\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Josina-pambazuka-PZ.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/alternactiva.co.mz\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Josina-pambazuka-PZ.png 800w, https:\/\/alternactiva.co.mz\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Josina-pambazuka-PZ-300x188.png 300w, https:\/\/alternactiva.co.mz\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Josina-pambazuka-PZ-768x480.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-254\" class=\"wp-caption-text\">Josina Machel | Pambazuka New |PZ<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na pesquisa realizada em Mo\u00e7ambique (na prov\u00edncia do Niassa no Norte e na cidade de Maputo, capital) entrevist\u00e1mos mulheres combatentes da luta de liberta\u00e7\u00e3o e jovens nascidas depois da independ\u00eancia, maioritariamente nos anos 90, confrontando as suas percep\u00e7\u00f5es e representa\u00e7\u00f5es sobre a participa\u00e7\u00e3o da mulher na luta armada de liberta\u00e7\u00e3o nacional e o processo posterior \u00e0 independ\u00eancia em 1975.<\/p>\n<p>Foram conduzidas Hist\u00f3rias de Vida a mulheres antigas combatentes, guerrilheiras, veteranas, e tamb\u00e9m a mulheres jovens da nova gera\u00e7\u00e3o de mulheres feministas ou em organiza\u00e7\u00f5es de mulheres n\u00e3o feministas. Pretend\u00edamos conhecer as suas hist\u00f3rias de vida, a sua \u201cchegada\u201d ao feminismo e indagar sobre as suas rela\u00e7\u00f5es com as chamadas \u201cLibertadoras da P\u00e1tria Mo\u00e7ambicana\u201d.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es recebidas durante estes di\u00e1logos t\u00eam sido bastante interessantes! Algumas t\u00eam Blogs feministas, criados e alimentados por si, outras chegaram ao feminismo atrav\u00e9s da discuss\u00e3o dos turbantes e cabelos, com uma grande influ\u00eancia dos debates no Brasil. Todas debatendo a sua posi\u00e7\u00e3o sobre a mulher em Mo\u00e7ambique a partir das suas indaga\u00e7\u00f5es com base em v\u00e1rias experi\u00eancias pessoais e influ\u00eancias diversas. A maior parte tem contactos e participa nos debates e Fogueira Feminista do Movimento das Jovens Feministas Mo\u00e7ambicanas, MovFemme, sendo que uma delas praticamente n\u00e3o teve contacto por considerar que o MovFemme \u00e9 constitu\u00eddo por mulheres acad\u00e9micas ou que passaram na academia, o que n\u00e3o \u00e9 o seu caso.<\/p>\n<p><strong>Pesquisas sobre a participa\u00e7\u00e3o da mulher na LALN em Mo\u00e7ambique<\/strong><\/p>\n<p>As pesquisas sobre a participa\u00e7\u00e3o da mulher na luta armada de liberta\u00e7\u00e3o nacional n\u00e3o s\u00e3o recentes. No caso de Mo\u00e7ambique antes e depois da independ\u00eancia em 25 de Junho de 1975, v\u00e1rias mulheres, inicialmente estrangeiras, pesquisaram e reportaram sobre esta tem\u00e1tica. Algumas visitaram as zonas libertadas da FRELIMO durante a Luta Armada e relataram as suas impress\u00f5es.<\/p>\n<p>Eduardo Mondlane, primeiro presidente da FRELIMO, na sua obra <em>Lutar por Mo\u00e7ambique<\/em>, faz refer\u00eancia ao engajamento da mulher na luta contra o colonialismo e contra a dupla explora\u00e7\u00e3o a que est\u00e1 sujeita, articulando a investiga\u00e7\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o no processo de desenvolvimento de Mo\u00e7ambique, ao qual n\u00e3o \u00e9 alheio mas sim um sujeito activo. Apresenta-nos a luta das mulheres como um desafio e uma tens\u00e3o permanente entre as mulheres e os homens e entre as mulheres e a direc\u00e7\u00e3o da FRELIMO, luta que \u00e9 ao mesmo tempo um indicador da transforma\u00e7\u00e3o das concep\u00e7\u00f5es existentes e que a inferiorizam. Reconhece que a ac\u00e7\u00e3o e ag\u00eancia das mulheres obrigou a FRELIMO a repensar-se e a reorganizar-se (Mondlane, 1996).<\/p>\n<p>Mondlane relata neste livro o caso de uma mulher que se levantou num encontro orientado por Mondlane, perguntando por que raz\u00e3o as mulheres combatentes com as mesmas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o podiam ser comandantes. Ao que Mondlane referiu n\u00e3o ter sido o caso alguma vez abordado pela dire\u00e7\u00e3o da FRELIMO que o passaria a considerar.<\/p>\n<p>O mesmo aconteceu na Guin\u00e9 Bissau sob a orienta\u00e7\u00e3o do PAIGC, nas palavras de Amilcar Cabral, seu primeiro presidente, assassinado em 1973: \u201c (\u2026) Quando come\u00e7\u00e1mos com as bases da guerrilha, o Partido nunca chamou as mulheres. As raparigas \u00e9 que se levantaram em grupos e vieram morar nas bases. \u201cN\u00f3s tamb\u00e9m queremos lutar\u201d diziam. Os pais reclamaram, os camaradas quiseram at\u00e9 correr com elas, mas resistiram e ficaram. Durante algum tempo, foi muito bom, mas depois apareceram problemas, porque os homens come\u00e7aram a querer as raparigas e isso provocou disputas. O Partido teve ent\u00e3o de organizar melhor a presen\u00e7a das\u00a0mulheres na nossa luta. (\u2026).<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda dificuldades. Muitas pessoas t\u00eam de aceitar porque n\u00e3o h\u00e1 outro rem\u00e9dio. Mas temos notado em jovens cabo-verdianas que estudam em Portugal ou est\u00e3o em Cabo Verde um entusiasmo crescente pelo Partido. Na Guin\u00e9, esse entusiasmo da parte das mulheres do campo foi uma das for\u00e7as maiores da nossa luta. Houve \u00e1reas na nossa terra (h\u00e1 a\u00ed camaradas que podem dizer se \u00e9 verdade ou mentira) em que os homens quiseram desistir, mas as mulheres passaram \u00e0 frente e recusaram desistir. Podemos lembrar o exemplo concreto de Banta El Sil\u00e1, que foi atacada e queimada. Houve gente que queria fugir, mas um grupo de mulheres resolveu fazer frente aos tugas, e algumas militantes do partido levantaram bem alto a coragem e o patriotismo do nosso povo. Portanto, o partido n\u00e3o pode fazer grande baz\u00f3fia de que recrutou mulheres. Em geral, as mulheres \u00e9 que vieram para a luta, o que d\u00e1 muito mais valor \u00e0 presen\u00e7a de mulheres no Partido.\u00bb (In: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fundacaoamilcarcabral\/?hc_ref=ARRtwjzpdCDYX40pQ89_FUHpe8m9_l2siNAGvzuIL7_ty_3qBnr7fGcpz0HcOulBDBQ\">Funda\u00e7\u00e3o Am\u00edlcar Cabral<\/a>.<strong>\u00a0<\/strong> Am\u00edlcar Cabral, Semin\u00e1rio de Quadros, 1969. Acesso a 08\/03\/2018).<\/p>\n<p>Samora Machel, que assume a presid\u00eancia da FRELIMO ap\u00f3s o assassinato de Mondlane em Fevereiro de 1969, desenvolve a sua vis\u00e3o sobre a participa\u00e7\u00e3o da mulher e os seus desafios, na mesma linha que Mondlane, numa fase mais avan\u00e7ada da luta, no discurso que profere aquando da cria\u00e7\u00e3o da OMM em Mar\u00e7o de 1973, \u201cA LIBERTA\u00c7\u00c3O DA MULHER \u00c9 UMA NECESSIDADE DA REVOLU\u00c7\u00c3O, GARANTIA DA SUA CONTINUIDADE, CONDI\u00c7\u00c3O DO SEU TRIUNFO\u201d. Paradoxalmente este discurso cont\u00e9m cr\u00edticas ao movimento feminista, considerado um movimento \u2018pequeno-burgu\u00eas europeu\u2019, que desvirtua o sentido da luta e da unidade e que poderia fomentar os conflitos entre mulheres e homens!<\/p>\n<p>Qual a raz\u00e3o para fazermos refer\u00eancia \u00e0 posi\u00e7\u00e3o assumida pelos l\u00edderes do movimento de liberta\u00e7\u00e3o nas antigas col\u00f3nias portuguesas acerca da participa\u00e7\u00e3o das mulheres e as concep\u00e7\u00f5es sobre a sua emancipa\u00e7\u00e3o, nomeadamente Mondlane, Samora, da FRELIMO, Mo\u00e7ambique e Cabral, do PAIGC, Guin\u00e9 Bissau e Cabo Verde?<\/p>\n<p>Vivemos numa sociedade patriarcal at\u00e9 aos dias de hoje. Os movimentos de mulheres e feministas destaparam o v\u00e9u sobre a opress\u00e3o das mulheres desocultando as rela\u00e7\u00f5es de g\u00e9nero opressivas a todos os n\u00edveis, em todas as institui\u00e7\u00f5es, desde a fam\u00edlia, passando pelas confiss\u00f5es religiosas. Muito se avan\u00e7ou, as Na\u00e7\u00f5es Unidas organizaram v\u00e1rias confer\u00eancias focando na situa\u00e7\u00e3o da mulher no mundo, instrumentos internacionais foram aprovados, bem como pol\u00edticas p\u00fablicas que t\u00eam em conta os direitos humanos das mulheres, foram aprovadas em v\u00e1rios pa\u00edses, revogou-se legisla\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria aos instrumentos internacionais, h\u00e1 hoje mais mulheres em cargos de tomada de decis\u00e3o. Todavia, o mundo da pol\u00edtica, da economia, da justi\u00e7a, do militar continua a ser maioritariamente masculino, como nos tempos dos movimentos de liberta\u00e7\u00e3o nas antigas col\u00f3nias portuguesas. Apesar do papel crucial desempenhado pelas mulheres nesses movimentos \u2013 a sua participa\u00e7\u00e3o em associa\u00e7\u00f5es anti-colonialistas, a sua ades\u00e3o aos movimentos de liberta\u00e7\u00e3o, a sua participa\u00e7\u00e3o e contribui\u00e7\u00e3o para alterar o patriarcado existente \u2013 esses movimentos continuaram a ser dirigidos por homens antes e depois das independ\u00eancias e ainda com pensamentos patriarcais. Em igualdade de circunst\u00e2ncias n\u00e3o foi poss\u00edvel at\u00e9 2015, nem em 2018, conseguir 50% de mulheres nos cargos de poder, de acordo com a decis\u00e3o do Protocolo de G\u00e9nero e Desenvolvimento da SADC<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p>______<\/p>\n<p><em>* Docente e pesquisadora da Universidade Eduardo Mondlane, UEM, Centro de Estudos Africanos, CEA<\/em><\/p>\n<p><em>** Graduanda em Ci\u00eancia Pol\u00edtica, Faculdade de Letras e Ci\u00eancias Sociais, UEM Assistente da pesquisa \u201cDi\u00e1logos em Confronto\u201d.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Este Protocolo aprovado e ractificado por Mo\u00e7ambique em 2008 refere\u00a0 no Artigo 5, que \u201c<em>os Estados Partes dever\u00e3o decretar medidas de ac\u00e7\u00e3o afirmativa, com refer\u00eancia particular \u00e0s mulheres, tendentes a eliminar todas as barreiras que as impe\u00e7am de participar de forma significativa em todas as esferas da vida e de criar um ambiente prop\u00edcio a tal participa\u00e7\u00e3o.\u201d.<\/em> No ponto 1 do Artigo 12 sobre Representa\u00e7\u00e3o refere que \u201c<em>os Estados Partes dever\u00e3o esfor\u00e7ar-se para que, at\u00e9 2015, pelo menos 50% dos cargos decis\u00f3rios nos sectores p\u00fablico e privado sejam ocupados por mulheres, incluindo, inter alia, o uso de medidas de ac\u00e7\u00e3o afirmativa, tal como previsto no Artigo 5<\/em>\u00b0.\u201d.<\/p>\n<p><strong><em>Este artigo (aqui publicada sua primeira parte) \u00e9 a vers\u00e3o resumida de um artigo apresentado no Col\u00f3quio Internacional DecliNa\u00e7\u00f5es, Questionando identidades nacionais, g\u00e9nero e sexualidade que teve lugar nos dias 29 e 30 de Outubro de 2018 na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (no prelo).<\/em><\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2018Cinderelas do nosso Mo\u00e7ambique\u2019 \u00e9 uma express\u00e3o usada por Lu\u00edsa, pseud\u00f3nimo de uma jovem feminista por n\u00f3s entrevistada em Junho de 2017 no \u00e2mbito de uma pesquisa comparativa, iniciada em Fevereiro de 2017, intitulada \u201c\u2019Di\u00e1logos em confronto\u2019. Traject\u00f3rias, constru\u00e7\u00f5es e percursos emancipat\u00f3rios das mulheres nos PALOP\u2019s: Guin\u00e9-Bissau, Cabo Verde e Mo\u00e7ambique\u201d, com o apoio do CODESRIA &#8211; Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ci\u00eancias Sociais em \u00c1frica.<\/p>\n<p>Isabel Maria Casimiro* e Withney Osvalda M. 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