De “Biscate” a Emprego: O Estado como empregador de último recurso

O emprego é visto como um meio para melhorar a vida, para fazer algo de socialmente útil, para contribuir para o desenvolvimento da comunidade e para ser socialmente reconhecido por isso. A pergunta mais apropriada, ainda que mais difícil de responder, talvez seja não como o estado pode transformar o Programa de Acção Social Produtiva em Rendimento Básico Universal, mas antes como pode converter um biscate num emprego propriamente dito.
Ruth Castel-Branco*
São as Redes Sociais a “República Alternativa” em Moçambique?

É consensual que as redes sociais têm estado a revolucionar a esfera pública e algumas agendas políticas, sociais e cívicas em Moçambique, devido ao seu elevado potencial de exposição de eventos públicos, de partilha e discussão de opiniões individuais sobre fenómenos públicos, de mobilização popular e de fiscalização ou de prestação de contas.
Edgar Barroso*
A Economia política da governação em Moçambique

Verificam-se, em Moçambique, controvérsias como: um país em que, o que mais se produz é alumínio, o que mais se necessita é comida; onde não produz o que se come porque “se vende” a terra a quem nos vende a comida; onde há quem não tenha o que vestir, mas se vende o algodão a quem nos vende vestuário;
Natacha Bruna*
O “nosso” gás: impacto económico e implicações climáticas

Estará Moçambique preparado a “deixar o gás no mar, o carvão e as areias pesadas na terra” e procurar alternativas sustentáveis, ou irá pelo “mais fácil”, o extractivismo, mesmo que isso não aponte para a redução significativa da pobreza e progresso económico para todos?
Halaze Manhice*
Como está Moçambique, 43 anos depois de sua independência política?

Em Junho deste ano (2018) o país celebrou o quadragésimo terceiro aniversário da sua independência; Hoje, qual é o “estado da Nação” e quais são os seus desafios?
Boaventura Monjane*